Feeds:
Posts
Comentários

Recolocação no mercado

Atualiza Currículo, preenche ficha, pesquisa, adiciona, dá um google, liga pro RH…. tudo junto e no mesmo time. É mais ou menos assim a vida de quem está a procura de uma recolocação no mercado.

Quando resolvi sair da empresa em que trabalhei por dois anos, estava certa da minha decisão, mas confesso que não imaginei que seria tão difícil conseguir uma nova oportunidade. Todo o meu networking estava baseado em SC e RS e então, me vi procurando emprego no estado de SP. Claro, não conhecia ninguém e também não tinha por onde começar a enviar meu currículo. Aí entrou o Linkedin na minha vida. Já estava na rede por uns três anos, mas dava uma olhada vez ou nunca… atualizei ele todo e comecei e buscar as empresas nas quais eu tenho vontade de trabalhar. Pesquiso, deixo recado, adiciono e envio CV para aqueles que permitem e respondem meu inbox com a solicitação.

Já consegui algumas entrevistas através dele, mas não é sempre assim. Estou há mais ou menos 1 mês nessa busca ferrenha por uma vaga no varejo de moda. Nem sempre a empresa na qual você fez entrevista te dá um retorno. Nem sempre aquele site de sua confiança e que você paga pelo acesso vai ter aquela vaga na qual você está procurando.

Tem que ser persistente. Encaro essa busca por uma vaga como as 8 de trabalho. Procuro, pesquiso e, se precisar, entrego meu currículo pessoalmente.

E por que o Varejo? Porque é dinamico, proporciona o feedback instantaneo do pdv. A rapidez pode ajudar a empresa a alterar o rumo das vendas para aquele pequeno período de venda. Enfim. Planejamento. Estratégia. Metas. Foco. RESULTADO.

O meu resultado, após toda a minha busca, apresentarei aqui, muito em breve!

XX

Choque essa matéria?

Nem um pouco… Não pensem que outras grandes magazines não praticam isso… Normal não é, mas também não deveria ser uma suspresa assim… e, realmente, é uma pena que isso aconteça.

De qualquer forma, divulgo o vídeo.

Posso dizer? Se tiver a oportunidade de ir a downtown L.A. e subir aqueles prédios antigos no Fashion District, você vai se deparar com muito disso… milhões de costureiras mexicanas, peruanas… que não param de trabalhar 1 minuto e ganham pouco, muito pouco.

BjoBjo

QUERO TODAS!!!!

Depois de Cavalli, Matthew Williamson, Gianfranco Ferre e Marni, é a vez de Lagerfeld colocar a mão nas latinhas de Coca!!

O “legal” é que nunca encontramos nada disso por aqui… =(

XX

AHHHH, o Carnaval chegou!

Finalmente, a festa tão esperada pela grande maioria dos brasileiros está chegando! E como é de praxe, a mulherada começa a enlouquecer atrás de modelos para a customização dos abadás!

E eu, como também fico nessa loucura de não saber o que fazer e nem como fazer, vou dar um help com idéias e customizações fáceis para quem ainda não se decidiu ou, deixou para a última hora!

Então, LET´S!

 

Vestidinho, decotão ou até mesmo a camiseta só recortada no decote e com um cinto na cintura já dá todo o astral para o look. O justo ta sempre na moda!

 

Shortinho é sempre uma boa pedida, ainda mais para aquela “raça” que desce até o chão… Não dá para bobear né!  Izabel Goulart (foto a esquerda) arrasou no look. Camiseta cortada no fio, míni e um colete de tachas + franjas de corrente. A mocinha da direita atacou com um lenço na cintura fazendo as horas do cinto. A camiseta também está cortada embaixo no fio e amarrada atrás para ficar mais acinturada.

Barriga de fora!!!! Fora!!! Francamente, não é porque você está com o corpo sarado e é carnaval que pode tudo! Menos! E outra, essa saia ouro de paetê deixou o look muito pesado e envelheceu a bonitona.

 

E vamos lá então, pulando com um pé só o carnaval!!

“Oh! jardineira porque estás tão triste?
Mas o que foi que te aconteceu?
Foi a camélia que caiu do galho,
Deu dois suspiros e depois morreu.

Vem jardineira! Vem meu amor!
Não fiques triste que este mundo é todo seu.
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu.”

 

BjoBjo

Dá um confere na entrevista que o Style fez com a Carine Roitfeld, ex Paris Vogue.

What are some of your plans?
You know, I have many projects, but as a Russian, I am very superstitious, and nothing is totally clarified. I think it will be [clearer] in one month. It’s just one week since I left the magazine, but I have a lot of ideas. It will of course be in fashion, but I don’t know exactly which way—magazines or maybe the muse of someone, I don’t know exactly. But what I’m sure of, because I discovered this at the end of my decade [at Vogue], it’s very important to help young designers. My last issue is the March issue, and it’s dedicated to young designers, no advertisers, just young designers, because I think they really need the support…When you meet these kids, you learn a lot from them, and I think it gives them a lot of positive energy…I definitely want to work on a project with young designers, not just French but international…I grew up and I think I have better ideas than I had ten years ago. [For the last ten years] I didn’t have a lot of time to think about the big picture or how fashion is going to be in some years. Now it’s a good moment for me to think about fashion for today, because a lot of things have changed, and when you’re working you don’t see all these things changing. But when you stop, you can see it. You have to understand the new way of working with fashion.

What are some of those changes?
Everything is going so quick now with the Internet, with the blogs. It’s very important. There are two possibilities; either you go very quick to the Internet or you go to magazines and you make it like a collector’s item. [I still think] it’s very normal to have all these fashion weeks and to go to all these shows. Can you show them through movies? I don’t think this is possible. It’s very exciting to be at the runway, to hear the music, to feel the atmosphere, to feel what people like or don’t like. Even if there are too many shows—I would love if there were less shows—I think we have to live with the shows. But after, maybe there is another way to make fashion stories.

You were one of the first editors to become a star of the street-style blogs. Were you conscious that was happening?
I’m never conscious about those sorts of things. I was never conscious that I was becoming an icon or I’m not an icon, because my family, my kids, my husband keep me down-to-earth. But it’s true that, when you go to a show now, the photographers are more interested sometimes in the dress or the jacket you’re wearing than to photograph the show, and I think this is totally wrong. It’s an honor and you smile to the people. But is it normal? I think there is something a bit weird, that more people want to see these looks than want to see what John Galliano or Dolce & Gabbana did for the show.

I’d like to talk about Paris Vogue. Was there a moment where you felt you’d really defined the voice of the magazine?
It took a little time, because when I came to Vogue ten years ago, it was not the Vogue it is today. Joan Juliet Buck, who I was working for as a freelancer, was more a journalist editor than a fashion editor, so it was focused more on the text and writers and not so much on fashion. And me, I come with all my fashion ideas, but it was very difficult at the beginning, because a lot of photographers, it’s easy to forget, didn’t want to work for the magazine…Each time we try to be better and better, and it takes almost ten years to be a team, and now I think the best team is there. It’s very sad to leave your family after ten years…But I think the times are changing, too. I said to Jonathan [Newhouse, chairman of Condé Nast International], when I can make it ten, it will be great for me. And I think in the last [period] that maybe I got less freedom than I got before, so I think it was just the right time for me to leave, because I want to enjoy and do everything that I want to do. And Jonathan was an amazing boss, because he let me do such crazy things. To put a black transsexual with a beard and high heels on the cover? I don’t think a lot of presidents will let you do that. I think it was fun to look at French Vogue. Each month was a new happening. But I think now they want to change a bit. Even the French president [Xavier Romatet, of Condé Nast France] now wants something a bit [pauses]…sweeter I would say, and if I cannot have a lot of fun, then I prefer to do something else.

You felt you had less freedom at the end?
I think yes. I think the French president—maybe not Jonathan—but the French president thinks he wants something more [pauses]…I won’t say I’m too provocative; it’s my way of expressing myself, you know. They won’t change everything, because when something has been so [successful], it would be stupid to change it. Maybe they want [things] a bit more easy for everyone. It’s true, I’m always pushing. I like that. I’ve always been provocative, but what I’m going to do next is a new way of provocation. I did for many years porno chic. I was the queen of porno chic. And I will do something totally different now.”

A entrevista é imensa e vale mega apena dar uma lidinha!

Leiam na íntegra em www.style.com.

BjoBjo

OffWhite Blazer

Acho chique!

A cartela de cores não mudou muito. Para o verão 2011 e o inverno 2011, muitas cores vão permanecer, claro que, para o inverno, trocaremos os cítricos pelos sóbrios, normal. Uma cor que está aí com tudo já algumas coleções é o OFFwhite, ou, o quase branco. Essa entra na cartela dos nudes, proporcionando roupagem nova ao velho white.

Mas a peça do guarda-roupa que não pode faltar, de jeito nenhum, é o blazer offwhite. De corte clássico ou com recortes e ombros marcados, a peça já está ganhando adeptos de todas as idades e para momentos bem diversificados = VERSÁTIL.

 

INVISTA! Sob o longo em dias de festa ou no look casual do dia a dia para trabalhar.

No mercado temos muitas propostas de blazers, mas tome cuidado para acertar no tamanho. Dica: o recorte do ombro, que une a manga, deve estar certinho em cima do ossinho, se estiver caído, em direção as mãos, é porque está grande em você. CUIDADO!

No mais, era isso! Dia de eleição, changes will come…

XX XX

TREND SHOES……
 
Algumas tendências do que vem por aí para as próximas coleções. Na verdade, são todas trends para a Primavera 2012, mas como o nosso país sempre queima a tendência, digo que muito disso é capaz de aparecer no nosso inverno 2011 que já já chega aí !
 
 

McQueen

Malandrino

Prada

McQueen

 

Conhecendo algumas fábricas de calçados, percebi o quanto é difícil a criação de saltos diferenciados. Cada salto tem um diferencial, nem todos os cabedais (a construção que se forma sob o peito do pé) são compatíveis com os saltos que queremos, a engenharia é bem delicada e requer muita experiência e tempo $$$ ! Agora eu entendo porque os calçados mais lindos do mundo são caros – aqui pagamos a exclusividade! – mas também há aqueles baratinhos e almost for free, só que, todo mundo tem e, claro, o quesito qualidade conta bastante!

 

 

That´s it!

 XXXXXX